sexta-feira, 30 de março de 2012

OMG! We're so close to the end already :(

     Imagina a minha vontade de trabalhar depois das férias… Ainda bem que estava tudo tranquilo no Studios e eu tive muitos HOJO e Windows shifts pra me deixar feliz! 
     Bom, é meio clichê, mas o tempo passa mesmo voando! Já vai completar um ano de programa, um ano de Guest Relations, um ano morando em Orlando. Ficava pensando no início que ia ficar entediada e querer voltar logo, pois tinha achado o programa de 6 meses tempo suficiente. Mas eu gostei tanto de ser Guest Relations no Studios e já estava tão acostumada com o cotidiano dentro e fora dos parques que nem deu vontade de ir embora. Na verdade, como já sabia do resultado do DCL, já estava pronta pra próxima etapa e não fiquei tão ansiosa como os outros, que não sabiam bem o que ia acontecer depois do fim do programa. 
      Enfim, um ano foi o suficiente? Difícil dizer, eu sinto que sim, mas ainda tinha algumas coisas pra fazer em Orlando. Não consegui ir no Bush Gardens dessa vez, nem no Sea World. Queria ter mergulhado com os golfinhos no Discovery Cove. Queria ter ido assistir num jogo de basquete do Orlando Magic. Queria ter voado de balão sobre a cidade vendo o sol nascer. Queria ter assistido mais shows. Queria ter conhecido mais restaurantes. Queria ter viajado mais.
      Anyway..... a gente quer tudo, mas às vezes são só vontades, sobretudo porque é difícil conciliar horários e interesses com os amigos. E com certeza, fiz muito mais coisas aqui, em um ano, do que jamais conseguiria fazer no Brasil. No fundo, eu fico com o sentimento de dever cumprido e, como disse antes, já estou pronta para o que vem em seguida. 
      Ah! Tivemos nessa semana a Bachelorette Party de uma amiga, que vai casar em abril. Nunca tinha participado de uma despedida de solteiro, nem no Brasil e nem nos EUA. Foi bem legal! Reservamos uma mesa no Howl at the Moon, colocamos tiaras e colares e pedimos muitas músicas no piano bar. Ficou todo mundo sabendo e congratulando minha amiga. Foi uma festa! Depois fomos dançar no Blue Martini. Fun, fun, fun!!!

domingo, 25 de março de 2012

…stays in Vegas!

     Depois da minha super propaganda sobre a cidade de Las Vegas, contarei um pouco da nossa viagem de míseros 4 dias por lá. É claro que não dá pra contar tudo, pois como já diz o ditado "O que acontece em Vegas, fica em Vegas", mas posso garantir que não tomamos nenhum "boa-noite-cinderela", nem encontramos nenhum tigre no nosso banheiro no dia seguinte. Os dias estavam lindos e ensolarados. Clima muito melhor que no Grand Canyon. 
      Como eterna fã da hotelaria, resolvi fazer um tour pelos resorts da cidade. Visitei muitos deles, mas não deu para ir em todos. Acho que todo hoteleiro, uma vez na vida, tinha que visitar Las Vegas nem que fosse só pra conhecer os hotéis. As estruturas são incríveis! Eles tem de tudo. Os lobbys são imensos. Os cassinos são 24/7. E é tudo em larga escala. Imagina fazer centenas ou milhares de check-ins e check-outs por dia!? Deve ser muito dinâmico trabalhar em hóteis em Vegas. Tinham alguns que até possuiam montanhas-russas!
     Andando pelas calçadas encontramos todo tipo de artistas de rua, desde o cantor Elvis Presley ao personagem de video-game Mario Bros. É interessante tirar fotos de dia e de noite, pois a cidade fica completamente diferente. Se estiver passando em frente ao Bellagio depois das 19h, há uma apresentação na fonte em frente ao hotel ao som de clássicos da música contemporânea, a cada 30 minutos. 
    Os shows do Cirque du Soleil são imperdíveis. Com tanta opção, escolhemos três espetáculos pra ir, cujos ingressos compramos on-line com um mês de antecedência. Ah, e escolhemos sempre os primeiros horários de show pra dar tempo de voltar pro hotel antes das saídas à noite. Assistimos o "Ka" no MGM Grand, o "Love" dos Beatles no Mirage e o "O" no Bellagio, que é todo na água. Recomendo todos três, mas o meu favorito é o Ka. A tecnologia se juntou à arte do Cirque e nos presenteou com uma insuperável apresentação.
      Fizemos também um passeio belíssimo ao Lake Mead e à Hoover Dam, a maior represa do mundo, fica a 30 minutos de Las Vegas, vale a pena. O Stratosphere é uma torre considerada uma das construções mais altas do país, com 108 andares. Ela é um hotel-cassino, cujo topo abriga um mirante com uma vista espetacular da cidade, além de quatro atrações dignas de muita adrenalina. Uma delas é o "SkyJump Las Vegas", a maior queda livre do mundo. Ninguém quis tentar essa ride. As outras são atrações em cadeiras giratórias ou que despencam ou que ficam inclinando pra cima e pra baixo. Preferimos visitar a Stratosphere à noite, pois queríamos tirar fotos da cidade toda iluminada lá de cima. Para chegar ao topo, há uma taxa de U$10. Se quiser ir em alguma ride é preciso adquirir o ticket antes de subir no elevador, eles custam de U$20 a U$100, dependendo da atração. 
       À noite as opções são intermináveis, todos os hotéis possuem bares e casas noturnas. Eu achei a "Pure" do Ceaser Palace muito pequena, comparada a "Tao" no Venetian que é imensa e super bem decorada. A “Marquee”, no Cosmopolitan, possui 4 andares e um terraço com cabanas e hot tubs, e distribui chinelos de borracha no final da balada, pra mulherada que não aguenta mais o salto não ficar descalça. O “Lavo", no Palazzo (acesso por dentro do Venetian), possui um estilo mediterrâneo e oferece uma deliciosa experiência gastronômica, a comida é divina! E em Las Vegas eles não fecham nada às 2h como em Orlando. 
       No cassino só tivemos tempo pra jogar em uma noite, quer dizer, brincar no cassino, pois afinal, não entendo nada de jogo de azar. Comecei jogando nas penny machines e depois fui mudando pra outras máquinas. Até então só estava perdendo, mas tinha estipulado um valor limite de jogo, justamente para não extrapolar nas apostas e saber o momento de parar. Quando fomos jogar na roleta, apostei num número que tinha sido uma sugestão do meu pai, quando falei com ele por telefone uns dois dias antes. Logo na minha primeira aposta ganhei U$44. Aí, comecei a ganhar, ganhar e depois perder, e decidi parar de jogar. You must stop! É viciante! Saldo da noite: U$ 52. Nada mal pra uma principiante. 
      Bom, pra terminar, como não podia faltar um momento relax-total nas minhas viagens, fiz reserva no Spa do Venetian, o Canyon Ranch. Minha noooossa!!! Só posso dizer que foi o melhor Spa que já fui na vida! A massagem foi excelente e o espaço que eles possuem pra você ficar relaxando é tão grande que dá pra passar o dia no Spa. É claro que terei que voltar pra Las Vegas de novo, pois não deu tempo de fazer tudo. Uma viagem que vale a pena investir: satisfaction guaranteed!

What happens in Vegas…

      Nossa chegada em Las Vegas foi sensacional! Como já era noite, fomos surpreendidos por uma selva de luzes e letreiros luminosos no meio do deserto de Nevada. Encantador! Nos hospedamos num hotel na Strip, o Venetian. Minha sugestão pra quem for a Vegas, é ficar hospedado num hotel nessa avenida principal da cidade, ou próximo da área. Afinal, quase tudo fica concentrado nessa Strip, e você pode facilmente passear a pé por essa avenida e encontrar os principais atrativos da cidade. Se quiser pegar um táxi, fica bem econômico, pois tudo fica próximo (bem diferente de LA). Há também um monorail que cruza a cidade, ligando diferentes resorts e cassinos, que pode ser uma excelente alternativa se o dia estiver muito quente para caminhadas na rua. E se você estiver de carro (como era o nosso caso), os estacionamentos são gratuitos em praticamente todos os lugares (bem diferente de LA também). Outra dica é se hospedar num hotel 5 estrelas. As tarifas são bem mais em conta (totalmente diferente de LA!) e mesmo as suítes não são tão caras. Elas são super espaçosas e confortáveis, o que faz toda a diferença se você viaja num grupo de 4 pessoas. 
    O Venetian é imenso! Assim como outros resorts de luxo da cidade, ele possui uma estrutura enorme de serviços. Acredito até que, se você quiser passar a estada inteira dentro do resort, é possível encontrar coisas pra fazer o dia inteiro. Um diferencial do Venetian é o passeio de Gôndola (que você pode comprar mesmo não estando hospedado) através da Veneza de mentirinha que circula pelo hotel todo. O gondoleiro pode até entoar canções durante o passeio que dura de 15 a 20 minutos e custa U$ 16 por pessoa. O hotel também abriga o Museu de Cera Madame Tussauds. Se você tiver juntado um dinheirinho a mais e quiser visitar o Grand Canyon a partir de Vegas, vários hotéis oferecem o passeio de helicóptero até lá, com direito à refeição no fundo do Canyon (por “míseros” U$ 300 por pessoa). Aliás os hotéis oferecem uma infinidade de passeios, ingressos para shows, aluguel de limusines, etc. Não confie em vendedores na rua, nem nos panfletos que eles distribuem. Procure sempre o serviço de Concierge de um hotel para efetuar a compra do seu lazer. 
      Mesmo sendo muito famosa por sua intensa vida noturna, Las Vegas me surpreendeu pela intensa vida diurna que tem. Na verdade, as pessoas (e os filmes) falam muito das baladas e dos cassinos, mas esquecem de todo o resto que a cidade tem pra oferecer. Não dá pra resumir Vegas em "sin city", pois não faz jus a todos os adjetivos que ela merece. Eu pensei que fóssemos ficar dormindo até tarde e ficar durante o dia no hotel e só sair à noite, mas não. Nossa programação na "cidade da diversão" foi intensa. Eu até me surpreendi com a quantidade de famílias e crianças em Las Vegas. Isso mostra como eles ampliaram seu público-alvo de alguns anos pra cá. 
      Para uma experiência gastronômica também vale a pena visitar a cidade, pois há uma infinidade de bons restaurantes, muitos deles premiados, cozinhas para os mais diversos paladares, show cooking e chefs de renome internacional. Observamos também a quantidade de espetáculos de qualidade que vem pra Vegas, tendo inclusive, muitos musicais, que vieram da Broadway. O Cirque du Soleil, atualmente, possui 7 espetáculos dos mais variados temas em Vegas. 
       Fora isso, há apresentações de mágica e ilusionismo, concertos, temporadas de shows de grandes artistas como Cher, Celine Dion e Bee Gees e, é claro, uma infinidade de shows de strip. Durante o dia você pode fazer passeio de balão, passeio de helicóptero, corrida de kart, passeio de buggy no deserto, drive-experience em carros de corrida, saltar de para-quedas ou fazer skydiving indoor, saltar em queda livre da torre Stratosphere, ir a clubes de tiro experimentar diferentes armas de fogo, subir no alto da Torre Eiffel do hotel Paris, brincar de investigador criminal no CSI Experience, ir a pool partys com DJs internacionais nas piscinas dos resorts da Strip, ver golfinhos, visitar exposições, jogar golfe, participar de um combate aéreo num avião de verdade, visitar capelas de casamentos-express, fazer compras em Outlets, e claro, jogar nos cassinos! Na verdade, há muito mais coisas pra fazer, mas o espaço no meu post é que é pequeno. (to be continued…)

sábado, 24 de março de 2012

Grand Canyon

        Ainda estava escuro quando deixamos Los Angeles rumo ao Grand Canyon. Preferimos visitar o local nesse dia de transição entre cidades, do que ir pra Las Vegas e depois perder mais um dia fazendo outra viagem. E quem já viajou de carro nas estradas daqui, sabe que uma road trip nos EUA é muito tranquila. As estradas são perfeitas, com boa sinalização e bem servida de pontos de apoio, como postos de gasolina e restaurantes ao longo do trajeto. A famosa rota 66 faz parte de um dos caminhos que levam ao Grand Canyon. Nessas estradas, é comum encontrar uma diversidade de pontos turísticos. Coisas interessantes e outras nem tanto. Como estávamos otimizando nosso tempo para chegar cedo ao nosso destino, evitamos sair da rodovia principal para paradas desnecessárias. Mas se você tiver tempo e quiser curtir melhor a road trip, vale a pena se planejar com antecedência e programar as paradas turísticas durante a viagem. 
     Pesquisando sobre o Grand Canyon, descobrimos que ele é muito maior do que imaginávamos. Simplesmente não dá pra ver tudo, pois só sua extensão equivale à, aproximadamente, 450km!!! Este parque nacional possui três entradas diferentes. Sua área é dividida entre três estados com diferentes características e opções de serviço e turismo. Uma delas, por exemplo, é uma reserva indígena. Mas escolhemos a entrada "do meio", pelo estado do Arizona, a mais popular e mais acessível aos nossos planos de viagem. Há tanta coisa pra se fazer no Grand Canyon, que seria necessário passar dias pra conseguir fazer tudo. Para tudo isso, eles contam com instalações de hospedagem que vão desde pequenas cabanas até um resort de luxo. Há restaurantes, lojas, museu e pontos de apoio para informações turísticas e aluguel de equipamentos. Há uma diversidade de mirantes, observatórios e trilhas que podem te levar, inclusive, até o fundo do Canyon. Um dos mirantes possui até um piso de vidro pra você caminhar e se deslumbrar com a paisagem sob seus pés. 
      Apesar do inverno já ter passado, pegamos temperaturas baixíssimas e muita neve conforme subíamos em direção ao Grand Canyon. Com a previsão máxima de 0˚C para o dia, nossa vontade era de desistir, mas depois de 7 horas de viagem resolvemos encarar o gelado passeio no Canyon. Nunca senti tanto frio na vida! Tampouco, nunca tinha visto tanta neve! Os cenários, tanto na estrada quanto nos canyons, eram deslumbrantes! A neve só colaborou para compor um dos passeios mais bonitos que já fiz. Na verdade, eu pensava, na minha ignorância, que o Grand Canyon era só um buraco grande no chão no meio de montanhas, e que eu iria tirar umas fotos e pronto. Mas nada do que eu descrever aqui fará justiça ao que eu vi lá. É uma incrível formação da natureza, resultado de intempéries ao longo de cerca de 6 mil anos! O famoso Rio Colorado passa por lá, e você consegue avistá-lo dependendo da época do ano que for visitar. Por causa da neve, o trem que levava turistas até áreas mais distantes no Canyon, estava interditado. Então, nos deslocávamos de carro por dentro do parque nacional. 
        Ah! Para entrar lá de carro, é necessário pagar uma taxa por veículo, de U$ 25 dólares, eu acho. Mas se você planeja visitar outros parques nacionais em território americano, no mesmo ano, vale a pena pagar alguns dólares a mais pela taxa anual e entrar gratuitamente, quantas vezes quiser e em quantos parques quiser. No fim da tarde, nos despedimos do Grand Canyon, com gostinho de quero-mais, e pegamos a estrada rumo a Las Vegas.

sexta-feira, 23 de março de 2012

L.A.

       Vôo noturno direto MCO-LAX, chegamos pela manhã em Los Angeles. Nem tinha pisado em L.A. e já tinha visto uma celebridade (Leslie Bibb, a Amanda de Good Christian Belles). Hollywood é assim….hehe. Pegamos nosso carro no aeroporto e fomos pro hotel, o Radisson Inn. O quarto ainda não estava liberado, então deixamos as malas e fomos dar uma volta no downtown. Era minha primeira vez na cidade, então só conhecia o que tinha visto nos filmes. Visitamos o LA Live, uma área onde são realizados importantes eventos e jogos, como no Nokia Theatre, Staples Center e no Grammy Museum. Visitamos também o Walt Disney Concert Hall & REDCAT, o California Plaza, Water Court e Angels Flight. O trânsito de L.A. é típico de cidade grande e os estacionamentos são muito caros em qualquer lugar. Mas como iríamos visitar lugares distantes uns dos outros e os arredores da cidade, ainda achei que foi uma opção melhor do que transporte público, que não chegamos a utilizar, mas me disseram que é eficiente. À noite fomos no City Walk da Universal Studios. Ainda bem que levamos casacos, pois tava muito frio. 
       No segundo dia, planejamos um roteiro típico de turista. Visitamos pela manhã o bairro de Beverly Hills e tentamos seguir o mapa das casas das celebridades. Mas eu não recomendo, pois acho que as informações não são verdadeiras.  Depois fomos na Warner Bros Studios em Burbank. Já havíamos agendado previamente, pelo site, um tour através dos estúdios da Warner. Há diversos horários durante o dia, mas como os grupos são pequenos (em torno de 10 pessoas), os tours lotam muito rápido, por isso é arriscado chegar lá sem agendamento. Vale muito a pena, especialmente pra quem adora cinema e seriados como eu. Num pargo, nosso grupo viajou pelos imensos estúdios de gravação da Warner, que na verdade, eu descobri lá, que também servem para cenários de outros estúdios. Eles alugam o espaço pra quem quiser utilizar. Fizemos diversas paradas para tirar fotos e ouvir as histórias de backstage dos filmes e dos seriados. E lá nos deparamos com outra celebridade, o Leonard do The Big Bang Theory, Johnny Galecki . O mais legal do tour foi ter visitado o cenário do café "Central Perk" do Friends. Que máximo! Adorei! Em seguida, fomos visitar o famoso letreiro de Hollywood. A gente pensa que é super fácil chegar lá, mas na verdade, não se vê aquele letreiro de qualquer lugar da cidade. Eu só vi quando já tava quase chegando lá. O GPS mostrou 3 ou 4 diferentes endereços que nos fizeram chegar à ruas sem-saídas, e mesmo cercados por várias montanhas, nenhuma delas continha o tal letreiro. Depois de começar a subir uma "serrinha" vimos uma placa que confirmava nosso destino final: Hollywood Sign! Uhuuul! A vista é incrível! Vale a visita! Seguimos depois para o grande centro da cidade, passando por todas aquelas avenidas famosas, como a Hollywood Blvd e a Sunset Blvd e visitamos a calçada da fama e o Chinese Theater
      No terceiro dia fomos pra Anaheim, fazer um passeio digno de Cast Member: Disneyland! O primeiro parque criado por Walt Disney. Onde tudo começou… Com nossas IDs, pudemos entrar de graça. Na verdade, eles tem 2 parques: a "Disneyland", que é o tradicional, e o mais recente "California Adventures". O conceito de Park Hopper é totalmente prático em Anaheim, muito mais do que em Orlando. Os parques ficam, literalmente, um de frente pro outro, a poucos passos de distância. Então, fomos e voltamos, de um pra outro, o dia inteiro. Os parques são menores, o que é bom por um lado, pois não fica tão cansativo. Preferi algumas atrações daqui, como a Space Mountain e o Pirates of the Caribbean. Mas a Haunted Mansion e o Castelo (que lá é da Aurora, não da Cinderella) são bem melhores em Orlando. Os shows não deixam a desejar, apesar do espaço bastante limitado. O Wishes e o Fantasmic são um pouco diferentes dos de Orlando, mas são incríveis! E o World of Color no California Adventures é belíssimo. Ficamos um lixo nesse dia. Mas deu tempo de fazer tudo que queríamos. Chegamos cedo, fizemos um bom planejamento, pegamos FPs e comemos em horários estratégicos. Apesar de não ter toda aquela sensação de "magia" que a Disney de Orlando tem, o passeio foi muito divertido! 
     No nosso quarto e último dia em Los Angeles, fomos "premiados" com um dia frio e chuvoso, o que foi uma pena, pois tínhamos programado de visitar a região das praias (a previsão do tempo não ajudou muito nesse sentido). Mesmo assim, decidimos seguir viagem em direção ao litoral, mesmo sem sol, pois queríamos muito conhecer Venice Beach, Santa Bárbara, Santa Mônica e Malibu. Na volta, visitamos o Kodak Theatre, palco de importantes eventos, como a premiação do Academy Awards, mais conhecido como o Oscar. Eles também realizam tours exclusivos dentro do teatro, onde não são permitidos registros fotográfico ou de vídeo. O tour não é demorado, nem caro. Vale a pena pra quem gosta! Descobri que a estatueta não é feita toda de ouro, mas é mármore coberto de ouro, e o nome "Oscar" se popularizou graças ao nosso chefe, Walt Disney, que usou pela primeira vez esse nome, em público, em um dos discursos de agradecimento ao receber uma das estatuetas. 
        Bom, Los Angeles foi o máximo! Próxima parada: Grand Canyon.

terça-feira, 13 de março de 2012

Vacation!!!

      Finalmente féééérias!!! Mais que merecidas!!! Já havia solicitado esse período de Vacation desde o início do ano, tentei pegar 13 dias (contando as folgas), mas apenas parte da solicitação foi aprovada. Então, os outros dias que ficaram pendentes, ofereci a outros colegas CM e dei meus shifts away. Em janeiro, combinei com meus amigos brasileiros GRs de solicitar os mesmos dias de férias em março, pois assim poderíamos planejar alguma viagem juntos. Ter tirado essas férias em março foi perfeito por quatro motivos: primeiro, já estava próximo de completar um ano de Guest Relations, então a sensação da necessidade de férias já estava latente. Segundo, tivemos mais tempo de juntar dinheiro para a viagem e juntar mais horas de vacation e floating holiday. Terceiro, o clima no país já está muito mais agradável em março. Quarto, quando voltasse a trabalhar, só faltariam três semanas para o término do programa. Planejamos viajar para Los Angeles, Grand Canyon e Las Vegas em um período de 8 noites/9 dias. Compramos as passagens e reservamos os hotéis e o carro com antecedência. 
      Nos meus três primeiros dias de férias, fiquei em Orlando mesmo, pois recebi amigos do Brasil e fui passear com eles nos parques. E o restante das férias relatarei com mais detalhes nos próximos posts. "Garota eu vou pra Califórniaaaa…"

sexta-feira, 9 de março de 2012

Michael Jackson Immortal Tour by Cirque du Soleil

     Chegou em Orlando, nesse mês de março, a turnê temporária do Cirque du Soleil: "Michael Jackson Immortal Tour". Com apenas duas apresentações na cidade, eu e duas amigas, logo garantimos nossos ingressos para o primeiro dia do show. O Amway Center foi palco dessa turnê do Cirque du Soleil
        Foi uma apresentação muito mais musical do que circense. É claro que eles continuaram nos deleitando com toda a arte do Cirque. Todas as músicas do MJ foram perfeitamente casadas com as performances dos artistas. Os diversos cenários montados durante o show nos surpreendiam a cada canção. O cenário e o figurino de “Thriller” foram os mais surpreendentes, eu me senti dentro de um vídeo clipe. Eu só ficava pensando: "não tem mais nada que esses caras possam inventar". Aí, eles vão lá e mostram algo ainda mais criativo. Incrível! Tinha uma banda ao vivo, vídeo clipes no telão e dançarinos que fariam MJ se revirar no caixão. Na verdade, só faltou o Michael mesmo, pois o show foi perfeito! Eles misturaram músicas de diferentes fases do cantor, desde Jackson 5 até às canções mais recentes. Foi inesquecível! Depois do show, encerramos nossa noite na cobertura do Amway, no 180˚Bar.





quinta-feira, 8 de março de 2012

DCL interview

       Em fevereiro, muitos dos internacionais começaram a fazer planos para o futuro, após encerramento do nosso contrato em abril. Eu e outros Guest Relations, por exemplo, enviamos nossos currículos e cover letters para o departamento do DCL (Disney Cruise Line). Eu e a Mai (GR japonesa do Studios) recebemos a ligação do DCL marcando uma entrevista para uma possível posição à bordo. Os nossos managers deram muito apoio e todos no Studios estavam torcendo pela gente. 
         Dia 6 de março, fui até o prédio do DCL no Celebration e fui entrevistada pela Lee Ann. Ah, se toda entrevista de emprego fosse como na Disney….Todos os entrevistadores são adoráveis. A Lee Ann me deixou super confortável e conduziu uma entrevista super tranquila. Levou mais de 30 minutos. Nunca tive entrevista tão longa, mas nem senti o tempo passar. Primeiro ela me pediu pra preencher um formulário, depois foi perguntando da minha experiência, da minha personalidade, do meu interesse pelo navio e dos meus planos pro futuro. Ela fez questão de explicar todos os pormenores da vida à bordo e as responsabilidades de Guest Relations dentro do navio (que eles chamam de Guest Service, na verdade). Ela chegou a fazer uma pressão até, questionando se eu ia aguentar esse ritmo de trabalho, as longas horas, o confinamento e meses sem ter day-off. 
      No final, ela me parabenizou e disse que eu estava aprovada! Yeeeeeeeessssss!!!! Uhhhuuuuuuuuulllll!!!! Fiquei totalmente surpresa!!! Jamais esperaria por uma resposta tão imediata. Normalmente, leva-se alguns dias até eles te ligarem pra dar a resposta. Bom, pelo menos não tive tempo de ficar ansiosa esperando pela ligação deles. Avisei família e amigos, e todos ficaram muito felizes por mim. Agradeço todo mundo pela força! E saímos à noite pra comemorar, claro! Ah, minha amiga japonesa também foi aprovada…seremos coleguinhas de barquinho agora.